As atividades da entidade pública são mantidas apesar das interrupções dos sistemas que as suportam.
Princípios de arquitetura
Garantir a continuidade e a resiliência do negócio Atualização05.03.2026
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Declaração
O que se pretende?
Fundamentação
Quais os benefícios?
À medida que aumenta a difusão dos sistemas nas atividades de negócio tornamo-nos mais dependentes destes. Assim, temos de considerar a fiabilidade de tais sistemas ao longo da sua conceção e utilização.
As unidades de negócio da entidade devem ter a capacidade de continuar as suas atividades independentes de eventos externos. Isto é, não se deve permitir que falhas de hardware, desastres naturais e corrupção de dados perturbem ou paralisem as suas atividades. Estas devem conseguir operar ao usar processos alternativos.
Implicações
Quais os requisitos?
- A dependência das aplicações em sistemas partilhados exige que os riscos de interrupção dos serviços sejam identificados e geridos de forma prévia, podendo ser criado, a título de exemplo, um Plano de Contingência para estas situações
- A capacidade de recuperação e redundância devem ser abordadas no momento da conceção dos serviços
- O impacto da disrupção do funcionamento das aplicações na missão da entidade deve ser avaliado para determinar qual será o nível de continuidade necessário e qual o plano de recuperação correspondente a ser implementado