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Princípios de arquitetura 3. Garantir a continuidade e resiliência do negócio

09.11.2022

Declaração

O que se pretende?

As atividades da entidade pública são mantidas apesar das interrupções dos sistemas que as suportam.

Fundamentação

Quais os benefícios?

À medida que aumenta a difusão dos sistemas nas atividades de negócio, tornamo-nos mais dependentes destes. Portanto, temos que considerar a fiabilidade de tais sistemas ao longo da sua conceção e utilização.

As unidades de negócios da entidade devem ter a capacidade de continuar as suas atividades independentes de eventos externos. Isto é, não se deve permitir que falhas de hardware, desastres naturais e corrupção de dados perturbem ou paralisem as suas atividades. Estas devem conseguir operar usando processos alternativos.

Implicações

Quais os requisitos?

  • A dependência das aplicações em sistemas partilhados exige que os riscos de interrupção dos serviços sejam previamente identificados e geridos, podendo ser criado, a título de exemplo, um Plano de Contingência para estas situações.
  • A capacidade de recuperação e redundância devem ser abordadas no momento da conceção dos serviços.
  • O impacto da disrupção do funcionamento das aplicações na missão da entidade deve ser avaliado para determinar qual será o nível de continuidade necessário e qual plano de recuperação correspondente a ser implementado.

A robustez da arquitetura empresarial da Administração Pública é fundamental para a qualidade dos serviços públicos digitais e este trabalho deve ser norteado por princípios claro e inequívocos.

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